1 de Dezembro-Dia da Restauração da Independência
Decorria o ano de 1640 e os nobres sentiam um grande descontentamento pelo domínio Espanhol. Viam-se a empobrecer de dia para dia, os seus previlégios a serem-lhes retirados, e os seus cargos politicos a serem atribuidos a espanhois. A visão que eles tinham da prespectiva de Espanha , era de que Portugal não passava de mais uma província Espanhola, com os mesmos direitos e obrigações que qualquer outra.Não suportando mais esta humilhação, algumas dezenas de Nobres formaram um grupo, começando a reunir-se secretamente, preparando assim os meios e condições para uma revolta.
Perto do final do ano com a proximidade do Natal, muita gente ligada ao poder partiu para Espanha, criando-se assim as condições para a concretização do plano.Foi então que a 1 de Dezembro desse ano, tomaram de assalto o Palácio Real (situado no terreiro do paço), assassinando Miguel de Vasconcelos (secretário de estado), e prendendo a Duquesa Mântua (vice-rei de Portugal), forçando assim a rendição das tropas.Já previamente definido secretamente pela nobreza revoltosa, a partir desse dia Portugal passou a ter um novo Rei, D. João IV "O Restaurador".

A fé cristã no contexto atual de crise financeira



Como é que o cristão é chamado a viver a sua fé em tempos de crise económica? O que diz a doutrina social da Igreja sobre a economia?..

A estas perguntas responde o economista João Luís César das Neves, professor na Universidade Católica, em entrevista à Rádio Renascença.



Solidariedade, destino universal dos bens e subsidiariedade. Estes são os três pilares que sustentam a doutrina da Igreja no que diz respeito à economia e o mundo financeiro.

Por solidariedade, entende-se a obrigação que todos os cristãos têm de pensar nos outros, em particular os mais pobres, e não apenas em si mesmos.

Destino universal dos bens é o termo que a Igreja emprega nos seus textos de doutrina social para explicar que os bens que existem na Terra foram criados por Deus para benefício de todos os homens e não apenas alguns, cabendo aos fiéis a obrigação de zelar para que isso aconteça com os seus irmãos, recorrendo à solidariedade.

Finalmente, o termo «subsidiariedade» significa que a sociedade deve estar organizada para que os problemas sejam resolvidos pelas entidades mais próximas. Assim, o Governo deve deixar a maioria das questões locais para as câmaras, e estas para as freguesias. Mais importante ainda: o Estado não deve interferir em assuntos da vida pessoal dos cidadãos onde não é necessário. A educação, por exemplo, deve ser deixada à responsabilidade das famílias.

O pensamento da Igreja sobre economia faz parte da Doutrina Social da Igreja, que aborda temas relacionados com a vida terrena dos homens. Contudo, esta doutrina não deve nunca ser entendida como um programa político ou um sistema económico.

A Igreja não propõe um regime ou um sistema económico. O que a Igreja faz é tentar orientar o sistema que existe no sentido da verdade do Evangelho. Isto nunca impediu, todavia, a Igreja de intervir, quando achou por bem fazê-lo, para criticar um ou outro sistema económico. A preocupação constante da Igreja com a liberdade, por um lado, e com a solidariedade e a justiça por outro, tem exposto a sua doutrina à crítica tanto da direita política, como da esquerda. Perante a actual crise financeira, os católicos têm o direito de esperar recomendações, linhas orientadoras e consolo dos seus pastores.

No fim de contas, porém, não cabe à Igreja solucionar a crise ou propor alternativas. Os sistemas económicos serão sempre imperfeitos enquanto não estiverem orientados para as verdades do Evangelho. Numa época difícil como esta, a Igreja trabalha no terreno, accionando todos os meios de solidariedade que tem ao seu dispor para ajudar os mais necessitados, tal como acontece agora um pouco por todo o mundo. Encoraja os seus fiéis a serem generosos nos momentos de aflição e alerta para os pecados humanos que nos colocaram nesta situação, lembrando sempre que a esperança e a verdadeira alegria do cristão se coloca noutro plano, que não este.

Os evangelhos falam de economia?
Nosso Senhor Jesus Cristo não trata de economia. Mesmo quando lhe pedem para tratar das partilhas, Ele pergunta «Quem me fez juiz das vossas partilhas», por isso não se deixa envolver por pormenores económicos. Contudo, em alguns excertos Cristo diz-nos que a forma como lidamos com as riquezas mundanas deve ser vista pela perspectiva do que nos vai acontecer no Céu. Igreja foi pioneira em questões como o ordenado mínimo, subsídio de desemprego, entre outras. Como se vê, são medidas muito concretas, mas não cabe à Igreja tratar das medidas, e a Igreja sempre se recusou a ser Governo, não é essa a sua função, mas tem a obrigação, isso sim, de dar uma orientação aos cristãos.

Fonte: http://www.rr.pt/ "Fé em tempo de crise"

Dia de todos os Santos

No dia 31 de Outubro, véspera do dia de Todos-os-Santos, existe a crença de que as almas dos que já partiram descem à terra nos locais de nascimento.
À noite festeja-se o Dia das Bruxas ou Halloween.
O Dia de Todos os Santos é comemorado no dia 01 de Novembro e honra todos os santos, mártires e cristãos heróicos celebrados ao longo do ano.
Neste dia é também celebrado (por antecipação) o dia dos Fiéis Defuntos, que se celebra a 02 de Novembro. Este dia é dedicado a homenagear todos os que já partiram. Por norma, as famílias portuguesas enfeitam as campas dos seus familiares com arranjos florais nos cemitérios, e ao longo do dia 1 de Novembro visitam os cemitérios para nas campas dos familiares e amigos lhes prestarem homenagem.

A NOSSA MISSÃO

O Centro Social e Paroquial de Arcozelo Barcelos, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, com registo dos seus estatutos na Direcção Geral da Segurança Social, no livro das Fundações de Solidariedade Social, sob o nº 82/88 e fls 193 verso, data de 29/12/88.
O Centro Social resulta da vontade da igreja em servir os mais carenciados da freguesia.
Ao longo dos tempos, esta matriz de fé e caminho, tem sido o grande pilar que sustenta uma obra voltada para os que mais precisam, sejam crianças jovens ou idosos. Esta crescente preocupação, da Igreja em geral e da Paroquia de Arcozelo em particular, impeliram este Centro para, cada dia, estar preparado a dar as melhores respostas sociais aos habitantes desta e de outras freguesias vizinhas. O Centro Social da Paróquia de Arcozelo, possui as valências de CATL Pré-escolar, 1º e 2º Ciclos, oferecendo um serviço de qualidade a 120 crianças, e SAD (Serviço de Apoio ao Domicilio) apoiando 35 idosos ao nível da sua alimentação, higiene pessoal, higiene de roupas, higiene de habitação. Com uma marca muito própria, o SAD do Centro Social, é dos únicos que no distrito de Braga, ao nìvel das refeições, distribui os pequenos-almoços, almoços, lanches e ainda jantar. Pelo segundo ano consecutivo, e uma parceria com a Câmara Municipal de Barcelos, o Centro Social disponibilizou as suas instalações, para que quatro turmas da escola do 1º Ciclo do Bairro 1º de Maio, possam aí desenvolver todas as actividades lectivas.Com amplas salas de acrividade (7), refeitório, cozinha, lavandaria, rouparia, salão Polivalente, a Instituição consegue ainda dar respostas as múltiplas solicitações que lhe são colocadas por organizações da freguesia.No último ano, e sempre com os "olhos "voltados para os mais necessitados", foram criados gabinetes de apoio. Desta forma os Gabinetes: Social, Economia Familiar, Jurìdico, Sócio-Caritativo, Médico e da Enfermagem, estão ao dispor de utentes e habitantes da fregueia. O médico, enfermeiro, assistente social, economista, advogados e voluntários, têm desenvolvido um trabalho, que já é reconhecido e requesitado na freguesia.

Serviço de take away

Ao Sábado e Domingo, na hora de almoço, o Centro Social tem refeições prontas a levar.
O preço de cada refeição é um contributo para as obras do novo Centro Social.
Para isso basta contactar directamente a secretaria do Centro Social ou através do telefone (253 822 583 ) e reservar a sua refeição para o sábado ou domingo até às 19 horas de sexta feira. Agradecemos e contamos com a vossa colaboração!