História de Arcozelo

Arcozelo deriva de arcu-cellus, correspondente a pequeno arco.
Esta freguesia com cerca de 20.000 habitantes, e com uma área aproximada de 373 ha, localiza-se na margem norte do rio Cávado, estando confinada a nordeste pela sede do concelho, fazendo parte integrante da própria cidade de Barcelos, por força do seu crescimento nas 2 últimas décadas. O seu território é de mediana extensão, alonga-se para norte, ocupando um belo trecho do vale do Tamel, enquadrado pelos ribeiros de Crujes e do Lombão, dois dos braços que, unindo-se formam o rio Tamel, que antigamente se denominava de Fontelo. Este curso fluvial é afluente da margem norte do rio Cávado.Arcozelo é topónimo que deverá estar em estreita relação com o arco pétreo de uma antiga ponte (a actual de Arcozelo é recente, mas bem poderá ter sido uma antecessora, podendo ainda relacionar-se com esta hipótese o lugar de "pontes").Nas "inquirições" de 1220, esta freguesia surge designada "de santo Mamede de Arcozelo", fazendo parte da "terra do Neiva". Nas de 1258, é referida como "couto por padróes", acabando por receber o topónimo "pedra do couto". As origens deste coutamento deverão remontar aos primórdios da nacionalidade, pois é conhecida a "carta de doação" que Dª. Teresa Afonso, filha bastarda do nosso primeiro rei, passou à Ordem do Hospital. Esta Ordem detinha aqui, em 1220, nada menos do que 11 casais. Nas "inquirições" de 1290 este "couto de Santa Marta" era ainda dado aquela Ordem, aparecendo posteriormente nos séculos XVIII na posse da Ordem de Malta.O topónimo "Forca Velha" é bem sugestivo da autoridade judicial do antigo couto. Na Quinta de Santa Marta, vestígio último daquela instituição medieval, existiu uma capela daquela invocação, cuja porta, em arco levemente apontado de aresta chanfrada, encontra-se montada e à guarda do Museu Municipal de Barcelos. Para além do pórtico, fazem parte do conjunto quinhentista duas pedras com outras tantas cruzes de Malta e uma pia de água benta oitavada (Brochado de Almeida). Segundo Teotónio da Fonseca, junto ao templete estaria uma porta de serventia da Quinta, com inscrição datada de 1562 (demolida em 1908)...

JUNTA DE FREGUESIA


MORADA
Praceta Correio Mor, nº5 - Arcozelo
CONTACTO
Tel./Fax: 253 821 922 /  jfarcozelo@portugalmail.pt

O novo Centro Social é já uma realidade à vista!

Graças ao empenho e à vontade de todas as entidades envolvidas no projecto, o novo centro social é já uma realidade à vista. Com o lema: “ O homem sonha, Deus quer, a obra nasce,” é com grande motivação que este grupo comunitário, tudo faz para divulgar e consciencializar a população local e não só, para a importância desta obra, que tem como principal objectivo, reforçar o apoio nas áreas da infância e da 3ª idade.É nossa convicção que apoiados pela boa vontade da nossa comunidade, conseguiremos concluir este projecto, dentro dos prazosprevistos.

A caridade como dever da Igreja

20. O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja universal na sua globalidade. A Igreja também enquanto comunidade deve praticar o amor. Consequência disto é que o amor tem necessidade também de organização enquanto pressuposto para um serviço comunitário ordenado. A consciência de tal dever teve relevância constitutiva na Igreja desde os seus inícios: « Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum. Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos de acordo com as necessidades de cada um » (Act 2, 44-45). Lucas conta-nos isto no quadro duma espécie de definição da Igreja, entre cujos elementos constitutivos enumera a adesão ao « ensino dos Apóstolos », à « comunhão » (koinonia), à « fracção do pão » e às « orações » (cf. Act 2, 42). O elemento da « comunhão » (koinonia), que aqui ao início não é especificado, aparece depois concretizado nos versículos anteriormente citados: consiste precisamente no facto de os crentes terem tudo em comum, pelo que, no seu meio, já não subsiste a diferença entre ricos e pobres (cf. também Act 4, 32-37). Com o crescimento da Igreja, esta forma radical de comunhão material — verdade se diga — não pôde ser mantida. Mas o núcleo essencial ficou: no seio da comunidade dos crentes não deve haver uma forma de pobreza tal que sejam negados a alguém os bens necessários para uma vida condigna.

Horários das missas em Barcelos


Igreja Matriz

Segunda a Domingo - 19:00
Apenas ao Domingo - 11:00


Senhor da Cruz

Segunda a Domingo - 9:00
Apenas ao Domingo -12:15


Senhora do Terço


Segunda a Domingo (excepto terça) - 15:30



Capela de S. José

Segunda e Quinta - 8:00
Sábado -17:30


Mesericórdia (santa casa)

Terça - 15:30
Domingo - 10:00


Santo António (capuchinhos)

Segunda a Domingo - 19:00
Domingo - 8:00 / 9:30 / 12:00


Igrejas de S.Mamede e S.José em Arcozelo
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