PARÓQUIA MISSIONÁRIA

paróquia que não é missionária perde sua essência

Explica o secretário da Congregação para o Culto Divino

Por Gisele Plantec

ROMA, quinta-feira, 31 de janeiro de 2008 (ZENIT.org).- A missão não é uma atividade a mais para a paróquia, é sua própria essência, explica o arcebispo Malcolm Ranjith, secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.
Dom Rajith, de 60 anos, interveio ontem no congresso internacional «Paróquia e Nova Evangelização» organizado pela Comunidade do Emmanuel, em colaboração com o Instituto Pontifício Redepmtor Hominis, que se celebra em Roma até 1º de fevereiro.
«Por que uma paróquia deveria ser missionária?», perguntou Dom Ranjith, do Sri Lanka. «Por causa do chamado ao amor que Deus nos deixou», respondeu.
«Jesus amou seus irmãos e irmãs até o ponto de entregar-se totalmente por sua salvação: este é o fundamento da evangelização», explicou.
Por isso, sublinhou, «a evangelização é um sinal de maturidade em nossa fé».
«A Igreja só existe se evangeliza, e isso é válido também para a paróquia. Se uma paróquia não evangeliza, não é mais que um edifício.»
«A evangelização não é algo opcional. É uma obrigação de nossa fé, a expressão perfeita de nossa caridade.»
Dom Ranjith sublinhou a importância crucial da Eucaristia na vida de uma paróquia missionária, citando o exemplo de uma diocese irlandesa, que decidiu organizar a adoração eucarística em todas as paróquias.
«Como resultado, agora há mais vocações. A Eucaristia atrai, o Senhor atrai as pessoas.»
Por isso, declarou, «a Eucaristia está no centro da evangelização. A Eucaristia deve gerar fé, ainda que em algumas paróquias a celebração acontece de forma que não gera essa fé».
Ao mesmo tempo, o sacerdote deve compreender seu papel na paróquia: «Não é suficiente concentrar-se só na comunidade católica. A paróquia deve fazer um esforço comprometedor por chegar até os últimos».
Para que as paróquias sejam missionárias, Ranjith propõe «passos concretos».
Em primeiro lugar, disse, «a comunidade paroquial deve passar do modelo de contenção a um modelo missionário. Se a única coisa que fazemos é reformar edifícios, isso nos matará espiritualmente».
Em segundo lugar, «deve-se passar do espírito de pessimismo ao de otimismo», recordando que «nada é impossível para Deus. Até os bispos preferem em certas ocasiões vender seus seminários ou igrejas».
O arcebispo Ranjith sublinhou o perigo de converter-se em um «servo preguiçoso». E citou a dura frase do Evangelho sobre estes servos: «Atai seus pés e mãos e lançai-os às trevas de fora; lá haverá choro e ranger de dentes» (Mateus 22, 13). «Não quero ser um destes», confessou Ranjith.
Em terceiro lugar, sublinhou a importância dos leigos, pedindo que mudem de mentalidade aqueles párocos que ainda pensam que «a missão é responsabilidade única dos clérigos» e que «os sacerdotes deveriam decidir tudo por si mesmos». É preciso «compartilhar com os leigos», insistiu. «Cada leigo é um missionário em potencial».
Em quarto lugar, sugeriu «envolver o maior número possível de pessoas (associações, grupos, homens, mulheres, jovens e inclusive crianças) e entrar em áreas inexploradas, buscando novos métodos». Neste contexto, aconselhou utilizar «todos os recursos possíveis. O milagre da evangelização pode ser verificado».
Na sessão de perguntas e respostas, um sacerdote da Holanda, que apresentou seu país «como o mais secularizado do mundo», pediu ao prelado alento «porque estamos sumamente marginalizados, apesar de que tentamos utilizar todas as possibilidades, como os meios de comunicação, para mostrar nossa presença».
Dom Ranjith respondeu: «É bom utilizar todos os meios possíveis e esperar que em certas ocasiões ‘os sonhos podem converter-se em realidade’, mas o mais importante é sentir-se fortes, confiar em Deus e rezar».
Respondendo a uma pergunta da Zenit, após o encontro, sobre qual modelo é possível oferecer às paróquias desalentadas, Dom Ranjith respondeu que um aspecto decisivo é «o zelo e o espírito de amor do pároco».
Como modelos que podem inspirar as paróquias, propôs São João Maria Vianney, «padroeiro dos sacerdotes diocesanos», mas também a Madre Teresa de Calcutá e o missionário São Francisco Xavier, que partiu para o outro lado do mundo sem nada, sem conhecer nem sequer os idiomas, para anunciar Cristo.
«Se era possível para ele, por que não poderia ser para mim?», concluiu.

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A Paróquia
Hermano Rodrigues, OFMCap. 
1. Introdução: a paróquia, num novo contexto sociocultural
Tempos houve em que quando se perguntava a alguém de onde era, a pessoa respondia «sou da paróquia "tal"». Os limites territoriais das povoações e das paróquias coincidiam em não poucos casos e numa sociedade profundamente cristianizada tudo parecia confluir na paróquia, essa manifestação concreta da Igreja a que praticamente todo o povo pertencia. Hoje vivemos numa sociedade secularizada e muitas pessoas já nem sabem bem o que é uma paróquia; muitas pensarão que é apenas o nome que se dá a uma Igreja, desconhecendo a sua função estrutural enquanto maravilhoso instrumento pastoral ao serviço da comunhão eclesial. Claro que se poderia prescindir da paróquia e em nada seria afectada a natureza da Igreja de Jesus Cristo, mas perder-se-ia um tesouro imenso de eficácia evangelizadora e de presença eclesial, viva e fecunda, no mundo. A paróquia é, por tudo isso, ao mesmo tempo, insuficiente e insubstituível.
A uma sociedade secular e pluralista não se pode oferecer uma pastoral de cristandade, uma pastoral massiva própria de outras épocas, onde ser cidadão era quase sinónimo de ser cristão e onde a transmissão da fé não oferecia nenhum problema, já que se dava uma osmose quase perfeita entre igreja e sociedade. Perante este cenário de secularização, numa realidade sociológica totalmente nova, não podemos actuar segundo esquemas pastorais superados. Por exemplo, numa pastoral urbana, o trabalho pastoral não se pode organizar seguindo critérios territoriais rígidos, sendo igualmente necessária uma acção pastoral de conjunto entre zonas mais ou menos homogéneas para que quando as pessoas saem para estudar ou trabalhar noutras terras, encontrem aí uma comunidade cristã que os acolha sem criar uma ruptura. Uma sociedade secular requer a força de uma pastoral evangelizadora, missionária, que faça uma opção preferente pela pessoa individualizada e pela pequena comunidade. Há que apresentar a fé como uma opção pessoal, livre e consciente, vivida em comunidade e com capacidade para ser projectada no mundo através de um credível testemunho de vida.
A mensagem cristã é dirigida a homens concretos que vivem, actuam e se encontram condicionados num marco sociocultural determinado. Esses homens têm aspirações a que é preciso dar resposta. Para isso, é preciso saber ler e interpretar o novo contexto sociocultural em que o homem de hoje vive imerso. O pároco, perante a porção do "Povo de Deus" que lhe foi confiada, antes de mais, deve reflectir e perguntar-se: como vive o homem de hoje? Qual é a sua escala de valores? Quais as suas preocupações concretas? Quais os seus problemas reais? Quais os seus principais projectos e aspirações?

Só então o pároco poderá elaborar um plano pastoral que verdadeiramente estabeleça a ponte entre o que a Igreja tem a oferecer aos homens e a vida concreta das pessoas.
 
2. A paróquia e outras instituições eclesiais

A Igreja é a comunidade histórica dos que crêem em Jesus e o aceitam como Salvador das suas vidas numa atitude permanente de conversão e de amor celebrado comunitariamente nos sacramentos, isto é, ela é, fundamentalmente, comunidade, comunhão e fraternidade universal vivida. O cristão não pode viver a sua fé em profundidade fora da comunidade, da comunhão com os demais.

A comunhão eclesial, ainda que conservando sempre a sua dimensão universal, encontra a sua expressão mais visível e imediata na paróquia e a paróquia só se pode entender em referência permanente à Igreja particular (a diocese), que é a unidade eclesial completa e a comunidade evangelizadora essencial e plena. A paróquia é como uma célula vida da Igreja particular, onde os cristãos vivem em comunhão de fé, de culto e de missão da mesma Igreja diocesana e, através desta, com todo o corpo das Igrejas.
Uma autêntica comunidade paroquial não é um mero conglomerado social de indivíduos baptizados, nem uma instituição eclesiástica puramente jurídico-administrativa. Tem de ser, antes de tudo, uma comunidade ou comunhão de grupo de pessoas que se reúnem para escutar a Palavra de Deus, para deixar-se interpelar por ela, para ajudar-se a compreender as suas exigências e para comprometer-se mutuamente a ser testemunhas fiéis desta mesma Palavra no mundo em que vivem. Isso significa que tem uma missão tripla: profética, no testemunho da fé, na evangelização e catequese e na denúncia profética, sacerdotal, na consagração do mundo a Deus pela vida de fé, sobretudo pela oração pessoal e comunitária e celebração comunitária dos sacramentos, sobretudo da eucaristia e missão real na construção da igreja da caridade, sensível aos problemas humanos e servidora de todos, especialmente os mais pobres.

 
3. A paróquia, entendida como comunidade
3.1. A paróquia depois do Vaticano II
É considerável o esforço que muitas paróquias fizeram e estão a fazer para se adaptar às novas exigências de renovação assinaladas pelo Concílio Vaticano II. Dentre as inúmeras novidades na abordagem em relação à paróquia importa referir duas que são como que estruturais: primeiro que a paróquia é, antes de tudo, uma comunidade de fiéis e não uma massa de fiéis e, segundo, que os fiéis não são meros beneficiários mas, à sua maneira, protagonistas da acção pastoral. Isto ajudará a mudar a visão que temos de pastoral paroquial, a abrir novas perspectivas e a traçar novas abordagens pastorais, nomeadamente na relação do pároco com os fiéis, tema principal do nosso trabalho.
Portanto, a paróquia deve ser uma "comunidade unida e co-responsável, comunidade que acolhe e que ajuda a caminhar na fé, comunidade que reza e que celebra, comunidade que programa, coordena e avalia a sua acção pastoral, comunidade que se compromete em favor dos mais débeis, comunidade que evangeliza"
3.2. A paróquia, comunidade unida e co-responsável
Pelo que vimos anteriormente, a eclesiologia do Vaticano II é a eclesiologia da comunhão e da co-responsabilidade. Aqui interessa-nos particularmente analisar a relação de comunhão e de co-responsabilidade entre o pároco e os fiéis
3.3. A relação entre o pároco e os fiéis
O ministério do presbítero é um serviço qualificado de quem, em nome do bispo, preside à Igreja num lugar determinado, normalmente uma paróquia. Ele é, na linguagem do Vaticano II, servidor e guia da comunidade ou ainda, como diz o decreto conciliar Presbyterorum ordinis, um irmão entre os irmãos. A tarefa síntese do ministério ordenado é presidir à edificação da Igreja mas a sua autoridade não significa domínio mas antes promoção para que os outros cresçam. Na verdade, o pároco deve proporcionar aos leigos possibilidades concretas, realizáveis e de qualidade, de adquirir uma sólida formação cristã para que estes, por sua vez, possam actuar eficazmente na evangelização das estruturas do mundo.
De salientar ainda a necessidade cada vez mais premente de uma maior e intensa colaboração e coordenação entre os sacerdotes e os outros agentes de pastoral: leigos, religiosos não presbíteros e religiosas. A presença de comunidades religiosas na Igreja particular é um dom do Espírito que deve acolher-se com gozo e acção de graças. Os religiosos devem prestar os serviços segundo o carisma próprio da sua instituição mas sempre em comunhão e integrar-se com o ministério do bispo e com os ministérios e serviços da igreja particular. Não podem formar um "mundo à parte".
3.3.1. O pároco encontra em Jesus o modelo do Bom Pastor
(fundamentos bíblicos)
O ‘moralismo’, hoje como ontem, de pouco serve. Jesus é o Bom Pastor, que dá a vida pelas suas ovelhas (Jo 10,11), que as acolhe, sem pressas e só as deixa quando estão curadas. E embora curasse também as feridas físicas dos coxos e aleijados, Jesus sempre procurava a cura num nível bem mais profundo, capaz de transformar a vida inteira, eliminando o seu sentimento de culpa e oferecendo o perdão ilimitado de Deus (Mt 18,21-22). Jesus solidariza-se e acolhe aqueles que a sociedade rejeita, come com eles e ajuda-os a crescerem e a sentirem-se capazes de se tornarem homens novos (Cf. Mc 2,13-17). A solidariedade humana (‘pró-existência’) de Jesus é para todos, não exclui ninguém. Jesus procura, inclusive, que mesmo aqueles que não o aceitam compreendam que se Deus ama a todos com um amor infinito, a nossa relação de uns com os outros não pode ser senão fraterna e cimentar-se no altruísmo, na verdade e na caridade. Ele ensina-nos a procurar criar relações reconciliadas e pacíficas, onde o perdão tem lugar permanente.
Jesus pôde, assim, ultrapassar preconceitos culturais e políticos que separam e dividem, pôde destruir muros (Cf. Ef 2,14) e ir ao encontro de todos, especialmente dos mais frágeis, dos doentes, dos aleijados, das crianças, das mulheres, dos estrangeiros, enfim, de todos os excluídos. Ele foi ungido para anunciar a Boa-Nova aos pobres, dar a vista aos cegos e proclamar a liberdade aos oprimidos (Cf. Lc 4,18), por isso, ao contrário dos fariseus e dos doutores da Lei, Ele acolhe e come com cobradores de impostos e pecadores (Cf. Lc 15,1-2), permite que as prostitutas se aproximem dele (Cf. Lc 7,37-38), perdoa aos pecadores arrependidos (Cf. Lc 7,36-50), cura os estrangeiros (Cf. Lc 17,11-19), dá uma grande importância à mulher num tempo em que ela era religiosa e socialmente discriminada (Cf. Lc 8,1-3; 10,38-42), tem um olhar bondoso e misericordioso para com todos, mesmo com aqueles que o negam (Cf. Lc 22,56-62) e oferece a vida eterna a uma samaritana (Cf. Jo 4,14)

Do decreto conciliar Presbyterorum ordinis (nº 9) tiramos um conjunto de ilações que nos podem ajudar a compreender como deve ser o papel do presbítero na sua relação com os leigos:


1. Os presbíteros, ainda que desempenhando o ofício de pais e mestres, são, juntamente com todos os fiéis, discípulos do Senhor, e com todos os baptizados, irmãos entre os irmãos.
2. Os presbíteros presidam de tal maneira à comunidade cristã que unam a sua acção à dos leigos e actuam no meio deles segundo o exemplo de Jesus que não veio para ser servido mas para servir e dar a vida pelos homens.
3. Os presbíteros reconhecerão e fomentarão sinceramente a dignidade dos leigos e a parte própria que a estes corresponde na missão da Igreja.
4. Os presbíteros encomendarão com confiança aos leigos tarefas no serviço da Igreja, dando-lhes liberdade e campo de actuação e até convidando-os oportunamente a que empreendam também obras por sua conta.
Os presbíteros harmonizarão de tal maneira as diversas mentalidades, que nada se sinta estranho na comunidade dos fieis. Estão postos no meio dos leigos para levá-los a todos à unidade da caridade.
3.3.3. O presbítero, guia do Povo de Deus

Noutra passagem do mesmo decreto, no número 6, quando se fala dos presbíteros como guias do Povo de Deus, pede-se-lhes:


1. Que tratem a todos com grande humanidade, segundo o exemplo do Senhor.
2. Que sejam educadores dos leigos para que estes consigam a maturidade cristã.
3. Que se interessem por todos, mas especialmente pelos pobres e pelos mais débeis.
4. Que atendam com especial diligência os jovens, os cônjuges e pais de família.
5. Que não duvidem que todos os religiosos são dignos de cuidado especial em ordem ao seu progresso espiritual para bem de toda a igreja.
6. Que sejam conscientes de que o dever do pastor não se limita a cuidar individualmente dos fiéis, mas que se estende também propriamente a formar uma genuína comunidade cristã.
 

3.3.2. O presbítero e os leigos
4. Conclusão
Evangelizar, celebrar e comprometer-se são três acções inseparáveis e complementares da paróquia. Evangelizar, celebrar e comprometer-se na transformação do coração do homem e das estruturas da sociedade são três dimensões de uma única missão da Igreja, que consiste em ser sacramento de salvação no meio dos homens. Deve, por isso, superar-se o antagonismo evangelização-sacramentos. Mas como apresentar de maneira convincente um novo rosto da fé a tantos que se afastaram da comunidade paroquial? Como devem enfocar-se a linguagem, a homilia, os cânticos, o tom celebrativo de um funeral ou uma boda onde assiste um grande número de não praticantes? E pode a religiosidade popular ser uma oportunidade de evangelização?
Estas são algumas das muitas perguntas que o pároco, enquanto pastor, se coloca. A paróquia, comunidade que acolhe e ajuda a caminhar na fé, tem na catequese um âmbito privilegiado para a educação da fé mas tem também de ir ao encontro das famílias e ajudá-las a compreender que elas são, na verdade, as primeiras comunidades cristãs educadoras da fé e então convidá-las e rezar e a celebrar em comunidade, sobretudo a eucaristia, centro de toda a vida da comunidade cristã. Os agentes da pastoral, conscientes de que a paróquia, comunidade que programa, coordena e avalia a sua acção pastoral, tem de ser uma estrutura dinâmica, são chamados à missão, a ir ao encontro dos jovens, a usar uma linguagem que eles compreendam, a ir ao encontro de todos, sem excepção, especialmente os mais pobres.
Se o pároco compreender correctamente a sua missão e a dos leigos, então será capaz de ler os sinais dos tempos e, com um olhar lúcido, aproveitar adequadamente as diversas forças vivas da paróquia. Com transparência, ganhará a confiança dos fiéis e com uma programação adequada, feita em colaboração com essas "forças vivas" da paróquia, conseguirá promover a formação dos fiéis e construir uma verdadeira igreja de comunhão.
 
 
 
 
 
Sumário
1. Introdução: a paróquia, num novo contexto sociocultural
2. A paróquia e outras instituições eclesiais
2.1. A Igreja, comunhão e missão
2.2. A paróquia e a igreja particular
3. A paróquia, entendida como comunidade
3.1. A paróquia depois do Vaticano II
3.2. A paróquia, comunidade unida e co-responsável
3.3. A relação entre o pároco e os fiéis
3.3.1. O pároco encontra em Jesus o modelo do Bom Pastor
3.3.2. O presbítero e os leigos
3.3.3. O presbítero, guia do Povo de Deus
4. Conclusão
 
 
Fontes:
IGREJA CATÓLICA. Catecismo da Igreja Católica. 2ª ed. Coimbra: Gráfica de Coimbra, 1999.
IGREJA CATÓLICA. Código de Direito Canónico. 3ª ed. Lisboa: Conferência Episcopal Portuguesa, 1983.
IGREJA CATÓLICA. Documentos do Concílio Vaticano. Coimbra: Gráfica de Coimbra, 2002.
Bibliografia:
BESTARD, Joan – Corresponsabilidad y participación en la parroquia: El Consejo Pastoral Parroquial. Madrid: PPC, 1996.
DE LA FUENTE, Eloy Bueno – Eclesiología. Madrid: BAC, 1998.
GUERREIRA, Júlio A. Ramos – Teologia Pastoral. 2ª ed. Madrid: BAC, 1999.
PAYÁ, Miguel – La parroquia, comunidad evangelizadora. Madrid: PPC, [d.l. 1995].

2.2. A paróquia e a igreja particular

2.1. A Igreja, comunhão e missão